sexta-feira, 6 de setembro de 2013

ABDUÇÃO OU VIAGEM ASTRAL



Eu estava dormindo. Por volta de umas duas horas, duas e meia da manhã acordei com uma corrente elétrica percorrendo todo o meu corpo. Não era aquela sensação de dormência que às vezes sentimos quando dormimos de um lado só que prende a circulação, mas que ao nos movimentarmos o sangue volta a circular provocando um formigamento. Não era formigamento, era uma corrente elétrica mesmo. Junto com a sensação da corrente elétrica que percorria todo o meu corpo havia também um barulho no ouvido de televisão fora do ar. Sabe aquele barulho que a televisão faz quando sai do ar, pois é, era esse o barulho. Só que não havia nenhuma televisão ligada.
Estas sensações estranhas duraram por alguns segundos. Quando parou levantei, fui ao banheiro e me olhei no espelho para ver se estava tudo bem. Como tudo parecia normal voltei para cama e tentei dormir, mas assim que comecei a fechar os olhos senti o meu corpo sendo puxado para cima, como ocorre na levitação, só que de uma forma mais brusca como se eu estivesse sendo arrancada da cama. Abri os olhos assustada. Tentava me manter acordada, mas não conseguia, meus olhos começavam a fechar e, novamente, meu corpo foi puxado. Abri os olhos e confesso que comecei a ficar com medo.
 O que era aquilo? Nunca havia sentido antes nada igual ou parecido. Os meus olhos estavam pesados e eu me esforçava ao máximo para não fecha-los. Como me livrar daquela situação? E se eu não aguentasse mais me manter acordada? Será que eu seria retirada da cama? Um turbilhão de pensamentos passavam na minha cabeça ao mesmo tempo em que tentava encontrar uma saída para aquela situação. Foi então que tive a ideia de enroscar meu braço no braço do meu marido que dormia ao meu lado. E assim eu fiz, enrosquei o meu braço no braço dele e pensei: - se me levarem sozinha é que eu não vou. Imediatamente, todas aquelas sensações estranhas desapareceram e eu consegui dormir. Até hoje, por mais que eu me interrogue, não encontro uma resposta para o ocorrido. O que eu senti seria uma forma de abdução ou a preparação para uma viagem astral?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

PERDI A FÉ



Perdi a fé!
Que atire a primeira pedra aquele que nunca sentiu a sua fé ser abalada. Isto normalmente ocorre quando a vida nos coloca diante de dificuldades que parecem intransponíveis. Aí pedimos, oramos, imploramos, vasculhamos o céu inteiro a procura de Deus, Jesus, um Santo ou um Anjo que nos livre daquela situação e, se não obtemos o resultado que esperávamos, a fé começa a ficar abalada. Outro caminho que também contribui para a perda da fé são os questionamentos sem respostas. Costumamos acreditar naquilo que vemos e podemos tocar. Tudo que é abstrato, principalmente o mundo espiritual que não é palpável, nos causa à dúvida: - existe mesmo? A falta do concreto provoca uma insegurança e, aos poucos, a fé começa a perecer. Não é tão fácil manter a fé viva. É claro que toda regra tem suas exceções. Conheço algumas pessoas que apesar dos pesares e das tempestades que ocorrem em suas vidas conseguem manter a fé. Estas são as exceções. Então, o que fazer para recuperar a fé perdida ou não perder a fé? Eu também estava procurando uma resposta para estas perguntas e após assistir os vídeos das entrevistas feitas com Pedro Siqueira, um homem de muita fé, confesso que senti a minha fé renovada e obtive respostas para muitas perguntas.
Se você está precisando de uma injeção de fé assista aos vídeos clicando nos links abaixo e, se possível, deixe o seu comentário aqui no blog.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Prova da existência de vida após a morte



Quem somos? De onde viemos? E para onde iremos? São perguntas que povoam a nossa mente procurando uma resposta. Na realidade, o que nos preocupa é o medo do desconhecido, o medo de que a morte seja o fim da nossa existência não só na terra, mas além da vida.  Costuma-se dizer: “ninguém morreu e voltou para contar se existe vida depois da morte”. Contrariando esta frase surge a EQM, ou seja, a “experiência de quase morte”. Trata-se da experiência de pessoas que foram diagnosticadas como clinicamente mortas e voltaram à vida. Todas as pessoas que passaram por essa experiência vivenciaram diversas sensações, porém o que chamou a atenção dos pesquisadores foram determinados fatos que em todos os relatos eram iguais, quais sejam: um túnel com uma luz intensa no final, as pessoas sendo atraídas pelas luz, a vida inteira passar em um segundo como num filme, parentes que já morreram aguardando a pessoa, uma imensa paz e amor e a oportunidade de uma segunda chance. Mesmo com todos estes fatos em comum, existe uma corrente de cientistas e pesquisadores que alegam que todas essas sensações não passam de alucinações do cérebro pela falta de oxigênio e etc. Contudo, o termo alucinação se aplica a algo que embora pareça real para quem sofre a alucinação, não é concreto, ou seja, só ocorre na mente do alucinado. Todavia, diversos relatos de pessoas que sofreram EQM provaram não tratar-se de alucinações, eis que, em muitos casos, essas pessoas puderam ver e constatar fatos reais que estavam ocorrendo no mundo real enquanto estavam mortas, como por exemplo: o caso de uma senhora cega que descreveu toda sala de cirurgia, os instrumentos utilizados e a cor da roupa dos médicos; o de uma outra senhora que esteve na casa da irmã e descreveu que a irmã estava indo para o supermercado, a roupa que ela estava usando, como também, descreveu tudo o que falavam dela na sala de espera do hospital.

Diante de tantos relatos de EQM com provas de interação dos pacientes com o mundo real, apesar de estarem clinicamente mortas, não há como falar em alucinação, mas sim na certeza da existência do espírito, ou melhor, na certeza que existe vida após a morte.
Para uma melhor compreensão sugiro que vocês assistam o documentário “Vida depois da vida – Dr. Raymond Mood” e a leitura deste link: http://www.parapsicologia.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=30:eqm--uma-questao-polemica&catid=12:brasil-pernambuco



sexta-feira, 15 de março de 2013

Antipatia à primeira vista

Por quê sentimos antipatia por alguém que estamos vendo pela primeira vez? O que nos leva a não gostar de uma pessoa que nunca nos fez mal? Estas perguntas ficaram na minha mente após um fato que assisti e não sosseguei até encontrar uma resposta:

Outro dia entrei em um estacionamento e quase fui atropelada, não por um carro, mas por dois cães que corriam tentando pegar um gato que tinha acabado de entrar no estacionamento. Torci para que o bichano conseguisse escapar de seus perseguidores e ele conseguiu. Ao mesmo tempo em que assistia aquela cena uma pergunta surgiu na minha mente: o porquê daquela rivalidade entre o cão e o gato. Mesmo que nunca tenham se visto ou convivido, basta um cruzar o caminho do outro para desencadear a aversão. Como explicar esse sentimento nestes animais? Depois de muita pesquisa fiquei sabendo que nos ancestrais do cão e do gato a disputa pela caça provocava essa hostilidade e, por isto, os gens destes animais, mesmo domesticado, já viriam com esse instinto de defesa, qual seja, o de marcar território para impedir que o rival se aproxime e venha futuramente a disputar a caça. Todos nós já passamos pela experiência de sentirmos uma antipatia gratuita por uma pessoa que acabamos de conhecer. Nada sabemos a respeito daquela pessoa que justifique a nossa antipatia. Como explicar este sentimento nos homens?  Nos animais seria o de marcar território para preservar a caça, já nos homens esta mesma explicação não faria o menor sentido, eis que, a aversão dos cães é por todos os gatos e não por um gato específico, enquanto que nos homens não é por todas as pessoas, mas por determinada pessoa. Daí, a conclusão que: essa antipatia seria alguma lembrança desagradável de vidas passadas que guardamos sobre aquela pessoa e quando a reencontramos o nosso espírito a reconhece causando essa antipatia.

quinta-feira, 14 de março de 2013

CÉUS ABENÇOAM O NOVO PAPA



Logo após o Vaticano ter anunciado o novo Papa Francisco, o céu do Rio de Janeiro ficou amarelo dourado, não só o céu, mas tudo refletia um tom amarelo dourado e, para completar, um arco-íris surgiu no céu de ponta a ponta.  Um fenômeno que encantou a todos. Sendo o arco-íris o símbolo da aliança de Deus com a Terra, somado ao fenômeno da tarde dourada, ficou no ar a interrogação: se o ocorrido seria um sinal de que os céus estavam abençoando o novo Papa ou se seria obra do acaso.
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