quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

INVOCANDO ESPÍRITOS

A nossa curiosidade em saber se existe realmente vida após a morte e, se há possibilidade de comunicação com pessoas já falecidas pode nos colocar em situações das quais não temos a capacidade para enfrentá-las. O fato que agora vou relatar é verídico e ocorreu há alguns anos atrás. Eu e minha irmã mais velha sempre que nos encontrávamos, conversávamos sobre diversos assuntos. Mas, destes, o que criava maior polemica era a “reencarnação”. Eu achava que era a melhor explicação para a nossa existência, já a minha irmã discordava. Eis que, nesta época, ela era Católica praticante, inclusive, dava aulas de Catecismo. Portanto, não acreditava em reencarnação. Pois bem, estávamos no auge da discussão quando minha irmã falou:

- Não existe nada que prove a existência de espíritos. Logo, se não existe espíritos, não existe reencarnação.

Neste instante, minha filha de onze anos entra na sala e explica que havia uma forma da qual poderia provar a existência de espíritos. Pediu-nos um compasso, um papel e uma caneta. Eu já não lembro exatamente todos os detalhes para fazer a invocação. Lembro-me que ela colocou sobre a mesa de centro todas as letras do alfabeto em círculo, as palavras “sim” e “não” e um espaço para escrever o nome do espírito que seria invocado. Sentamos em círculo em volta da mesa de centro, fizemos uma oração, decidimos que quem seguraria o compasso seria minha irmã mais velha e que colocaríamos no espaço em branco, para responder as nossas perguntas, o nome do meu pai, já falecido. Após este procedimento, ficou decidido que cada um ia pensar que pergunta faria caso realmente houvesse um espírito ali. Primeiro perguntamos se havia alguém presente e o compasso começou a girar respondendo que sim. Em seguida, perguntamos se era um espírito de luz e, mais uma vez, a resposta foi positiva. Quando perguntamos se era o meu pai que estava presente, o compasso começou a girar e selecionar letras que não correspondiam as que formavam o nome do meu pai, mas sim de minha avó paterna. Assim que o compasso terminou de escrever o nome de minha avó e íamos começar a fazer as perguntas, algo aterrorizante ocorreu. Minha irmã, após um grito estridente, foi escorregando do sofá em que estava sentada até sentar-se no chão com os braços e as pernas totalmente esticados e os olhos completamente esbugalhados e vidrados. Como se estivesse vendo algo gritou: - !!!!!! !! Me leva contigo!!!!!

A minha filha pálida e apavorada gritava: -“Mãe! Faz alguma coisa!

Eu não tinha a menor experiência em lidar com espíritos. E, nunca tinha visto, de perto, algo assim.

Corri até minha irmã chamando pelo nome dela. Mas, ela não me ouvia e nem me via, com os olhos vidrados continuava a gritar pedindo para que minha avó a levasse. Pedi para que minha filha rezasse o “Pai Nosso”. Porém, ela estava tão assustada que não conseguia nem falar.

Sem saber o porquê, coloquei uma mão na testa e outra no coração de minha irmã e pronunciei: - Deus é maior!!! Neste momento ela começou a voltar a si, meio zonza, olhos vermelhos, tentando falar mais a língua estava meio enrolada.

- o que aconteceu? –ela perguntava-.

Minha filha, ainda aos brados, falava que eu tinha que fechar o compasso, mas antes teria que fazer uma oração.

Mais uma vez pronuncie: - Deus é maior!!! E fechei o compasso.

A minha irmã foi voltando a si, meio desnorteada, não entendia e pouco lembrava do que havia ocorrido ali naquela sala. Depois deste fato ela tornou-se espírita kardecista.

É óbvio que, aquele espírito que se apresentou ali não foi o de minha avó. Posteriormente, fique sabendo que quando não temos experiência e invocamos espíritos, atraímos espíritos involuídos.

Eu continuo pesquisando a espiritualidade, mas não freqüento nenhuma religião. Porém, de uma coisa eu tenho certeza: - Não devemos invocar espíritos e, muitos menos, mexer com coisas das quais não temos conhecimento e nem experiência. As conseqüências podem ser irreparáveis.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

MEDITAR PARA ACALMAR A MENTE E ELEVAR O ESPÍRITO

Assim como nosso corpo necessita de alimento para se manter forte e saudável, o espírito também necessita de alimentar-se. Muitas vezes, a falta de alimento espiritual enfraquece o corpo fazendo, inclusive, que o corpo adoeça. Sabe quando você sente que está sem energias e não sabe o que fazer para recarregar? Parecemos um carro que acabou a gasolina e parou. O carro você vai até o posto e abastece. Alimentar o espírito não é tão simples como alimentar o corpo ou abastecer um carro. O alimento para o espírito não está à venda em supermercados e, muito menos, na geladeira. Então... de que forma podemos abastecer o espírito?

Alimentamos o espírito através da oração e da meditação. Orações existem muitas, porém para mim, existem três que abastecem o meu espírito, quais sejam:

o salmo 91 “Confiança”, o salmo 23 “Deus, pastor dos homens” e o “Pai Nosso”.

A meditação deverá ser feita em um local calmo, sem interrupções de pessoas ou barulhos. Quando a meditação é profunda você sente o seu espírito flutuar.

Como meditar:

Se você tiver fones de ouvido coloque-os. Do lado direito deste Blog há uma telinha de vídeo com músicas e imagens próprias para esta meditação. Passe o mouse em cima da telinha, tem um símbolo que representa um alto-falante, ao lado deste, há um símbolo para você clicar e aumentar a tela, clique nele para assistir o vídeo em tela grande.

Agora, sentada em uma cadeira ou poltrona confortável, respire fundo contando até quatro mentalmente, em seguida, expire soprando contando até cinco. Faça esta respiração cinco vezes. Enquanto respira, imagine que o seu corpo está ficando leve, cada vez mais leve, tão leve que pode flutuar. Imagine que você entra na tela flutuando, sobrevoando e vendo tudo como se fosse real, ora mais rápido, ora mais lento, ou seja, de acordo com a velocidade das imagens que estão surgindo na sua frente. Desfrute deste relaxamento até que termine todos os vídeos. O último vídeo é a oração do “Pai Nosso”, neste momento, imagine Jesus rezando esta oração para você. Quando os vídeos terminarem, imagine que você retornou da tela para sua cadeira.

Faça esta meditação diariamente. Você vai sentir os resultados na sua mente e no seu espírito.

terça-feira, 19 de abril de 2011

INTERVENÇÃO ESPIRITUAL? JULGUEM VOCÊS MESMOS

Na minha casa, atualmente, moram seis cães, quais sejam: o Boris, um labrador com 10 anos de idade; a Drika, a Luma e a Sofia, três cadelas mestiças, mistura de labrador com não sei o quê; o Clooney, um pug que pertence a minha filha mais nova, mas que na hora de cuidar quem cuida sou eu e a minha secretária e, finalmente o Pimpe, um American Starfford Terrier muito semelhante ao pitbull que, embora seja do namorado da minha filha mais velha, também mora na minha casa. O primeiro cão que chegou à minha casa foi o Tommy, um pastor canadense, minha paixão, faleceu há dois anos e três meses. Não me esqueço dele um único dia e, inclusive, neste blog tem uma postagem sobre ele, leiam a postagem que vocês entenderão melhor o fato, ocorrido hoje, que agora vou relatar.

Não sei qual foi a razão, mas há mais ou menos quatro meses atrás, o Pimpe e o Clooney começaram a se estranhar. Importante ressaltar que, a mordida do Pimpe é tão forte que fura até panela de ferro, eis que, sua mandíbula é forte com possante capacidade de mordedura. Cada vez estava ficando mais difícil separar a briga entre os dois. Na realidade, o pug não conseguia nem reagir porque o Pimpe pulava sobre ele e o imobilizava. Conclusão, começamos a mantê-los em ambientes separados para evitar que o pior ocorresse.

Hoje, após um segundo de distração do meu marido que esqueceu a porta aberta para receber a minha filha, o Pimpe pegou o Clooney pelo pescoço. Foi um desespero. Minha filha começou a gritar por mim, eis que, de todos da casa, a única pessoa que ele respeitava era eu. Corri, deitei em cima dele agarrando-o pelo pescoço, tentando fazer com que ele soltasse o Clooney. Foi uma luta aterrorizante, eu agarrada nele rolando na terra, a minha filha gritando aos prantos tentando tirar o Clooney da boca do Pimpe e eu deitada sobre ele, agarrada em seu pescoço vendo o Clooney sem conseguir respirar, já quase morto na boca do Pimpe. Eu já não tinha mais forças para lutar, já tinha perdido a esperança de tirar o Clooney vivo da boca do Pimpe. Meu marido e minha filha chutavam o Pimpe e, nada, nada o fazia largar o pug. Neste momento pensei: - Se o Tommy fosse vivo, ao ver meu desespero, me socorreria e salvaria o Clooney.

Ao mesmo tempo em que pensei, gritei: - Tommiiiii me ajuda!!!

E, para meu espanto, como se algo tivesse entrado entre o Pimpe e o Clooney, eu e o Pimpe fomos empurrados para trás, o Pimpe soltou o pescoço do Clooney, enquanto, imediatamente, minha filha pegou o Clooney e o suspendeu no colo tirando-o do local.

Fiquei ali, deitada no chão, toda dolorida, suja de terra e grama, recuperando o fôlego por uns dez minutos.

Não tenho dúvida de que o meu Tommy, o meu branco, veio em meu socorro intervindo espiritualmente para atender o meu apelo.

Estou até agora pasma, meio boba, pensativa, mas ao mesmo tempo feliz de saber que em algum lugar no astral o meu Tommy está. Eu acredito! Agora, julguem vocês mesmos se este fato foi uma intervenção espiritual ou não.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Os Enigmas do Sonho

É impressionante! Sempre que sonho com um volume muito grande de água, ocorre uma mudança radical na minha vida.

Sonhei com o mar revolto, quando a onda chegava à beira da praia cobria toda extensão de areia e ao retornar ao mar, deixava nas areias jóias que haviam sido perdidas por banhistas. Haviam muitas pessoas pegando estas jóias. Além das pessoas que eu não conhecia, estavam também, minhas irmãs e, inclusive, eu. Um fato me chamou atenção nesse sonho: todas as jóias eram relógios de pulso ou de bolso que variavam no modelo e no tamanho; de ouro, prata ou platina e decorados com pedras preciosas. Determinados relógios eram muito pequenos, os outros, embora sendo de bolso ou de pulso, eram do tamanho e no formato de uma bola de tênis. Eu ia recolhendo os relógios e os colocava dentro de um saco de pano. Eu me empenhava em recolher a maior quantidade possível e, ao mesmo tempo em que recolhia, fazia planos pensando em vendê-los para obter um valor considerável. Em determinado momento, todos nós saímos correndo, eis que, percebemos que iria ocorrer um tsunami. Subimos um morro através de uma escada de madeira que acabava na casa que nós morávamos, mas que na vida real não tem nada a ver com a minha casa. Ao entrarmos na casa, ocorreu o tsunami. Após o tsunami, ocorreram fatos no interior desta casa, os quais, após eu acordar, por mais que eu tente, não consigo me lembrar.

Que sonhar com um grande volume de água significa uma mudança radical na vida, isso eu já sabia, pois todas as vezes que sonhei aconteceram essas mudanças. Contudo, tinha um enigma a ser decifrado: qual era a explicação para tantos relógios?

Este sonho ocorreu de quarta para quinta-feira. Neste mesmo dia, à tarde, ocorreu uma mudança radical nos meus planos e na minha vida. E, o mais surpreendente de tudo, o tempo para resolver a parte burocrática e prática da questão que se apresentou, tem um prazo curto, tão curto, que temo não conseguir solucionar.

Estava decifrado o enigma: os relógios representam o tempo para eu resolver a questão.

Existem outros enigmas nesse sonho que ainda não consegui decifrá-los, quais sejam: o saco de pano, o projeto de venda dos relógios, a escadaria, os fatos que ocorriam na casa e que eu não lembro. Acredito que estes enigmas só serão decifrados na medida em que o problema for sendo resolvido positiva ou negativamente.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SÃO JUDAS TADEU OBRIGADO POR TUDO

Hoje é dia de São Judas Tadeu e, eu não podia deixar de prestar a minha homenagem a este Santo Milagroso e agradecer, agradecer e agradecer todas as graças que tenho alcançado. Após ter publicado neste blog a postagem "São Judas Tadeu o milagre aconteceu", além dessa graça recebida, muitas outras recebi. Portanto, não podia deixar de louvar e agradecer mais uma vez a esse santo milagroso, meu mensageiro que leva todas as minhas aflições e precisões até Jesus.
Abaixo segue a oração que rezo todas as vezes que preciso:

ORAÇÃO DE SÃO JUDAS TADEU
São Judas Tadeu, glorioso Apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus! Agora a Igreja vos honra e invoca por todo o mundo como patrono dos casos desesperados e dos negócios sem remédio. Rogai por mim que estou tão desolada. Eu vos imploro, fazei uso do privilégio que tendes de trazer socorro imediato, onde o socorro desapareceu quase por completo. Assiste-me nesta grande necessidade, para que eu possa receber as consolações e o auxílio do céu em todas as minhas precisões, tribulações e sofrimentos. São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça o pedido). Eu vos prometo, ó bendito são Judas Tadeu, lembrar-me sempre deste favor e nunca deixar de vos louvar e honrar como meu especial e poderoso patrono.
São Judas Tadeu, rogai por nós!
reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai.

Todos os meus louvores! Obrigado São Judas Tadeu!

domingo, 8 de agosto de 2010

JESUS FALOU COMIGO DUAS VEZES

Jesus realmente falou comigo duas vezes. Quando ele falou comigo eu não frequentava nenhuma religião. Desde que nasci até os meus vinte quatro anos frequentei a Igreja Católica, após os vinte e cinco anos, embora a minha raiz continuasse católica, eu não fui mais a Igreja e passei a fazer as minhas orações em casa. Em uma postagem neste blog, sob o título "A Resposta de Jesus", eu contei quando ele falou comigo pela primeira vez. A segunda vez, foi cinco anos depois da primeira. Eu lembro que eu estava passando por uma situação muito difícil que, por razões particulares, prefiro não comentar a questão. Cumpre antes explicar que, quando eu conversava com minha irmã falando sobre Jesus, eu tinha o hábito de esfregar paralelamente um dedo indicador no outro dizendo "Jesus é assim comigo" para expressar o quanto éramos amigos.
Sempre fiz minhas orações na hora de dormir. Naquela noite, eu estava muito, muito triste e ao mesmo tempo com a sensação de que Jesus havia me abandonado. Para variar, resolvi reclamar com Jesus. Disse para variar porque volta e meia eu reclamo com Jesus quando ele custa a atender as minhas orações. E, naquela noite, em lágrimas, iniciei a minha conversa com ele assim:
-Jesus, eu me achava tão forte e hoje percebo o quanto sou fraca. Não consigo superar o que está acontecendo comigo e, para agravar, você me abandonou...
-Jesus, eu pensei que eu fosse a sua filha preferida, mas descobri que não sou. Sempre achei que eu era a primeira da fila e, hoje vejo uma fila interminável onde eu sou uma das últimas. Se eu fosse a sua filha preferida, não estaria passando por tudo isso. Eu sempre falei para minha irmã que eu e você sempre fomos grandes amigos. Me enganei! Você me abandonou, me abandonou...
Após essa conversa, sem perceber, adormeci chorando. É claro que não comentei essa conversa com ninguém. Eis que, tratava-se de um desabafo em oração. No dia seguinte, por volta das 20:00 hs, a minha vizinha evangélica que morava ao lado da minha casa, veio, mais uma vez, me convidar para o culto na casa dela. Como sempre, eu inventava desculpas tentando evitar ir ao culto. Há muito tempo, eu estava determinada a não frequentar nenhuma religião até que meu coração dissesse o contrário. Contudo, apesar das minhas desculpas, não consegui convencê-la. Ela falou que seria rápido, só uma oração e saiu me arrastando para casa dela impedindo que eu tivesse qualquer reação. Chegamos, ela me apresentou o Pastor que, logo em seguida, deu início ao culto. Quando o culto terminou ele fez uma oração. E, ao final da oração, para minha surpresa e espanto, na presença de todos que ali estavam, dirigiu-se a mim e, em voz alta falou:
-Rita, Jesus mandou te falar que você não é a última da fila, que ele não te abandonou e que você é uma das filhas preferida dele. Mandou dizer ainda que, você pensa que é fraca, mas você é forte e vai conseguir superar as adversidades.
Enquanto ele falava, ali, na frente de todos os presentes que nada entendiam, eu chorava copiosamente que chegava a me curvar. Chorava de emoção, de espanto ao ver que Jesus estava falando comigo, pela segunda vez, através daquele Pastor, respondendo exatamente a conversa que eu tinha tido com ele antes de dormir.
Não, eu não me tornei evangélica. Hoje, após seis anos do ocorrido, resolvi contar esse acontecimento. Não com orgulho, mas para mostrar a todos que, se você realmente tem fé em Deus, fé de coração e de verdade, não vai importar a religião que você frequenta e nem mesmo se você frequenta alguma religião. O que vai importar, realmente, é o seu coração puro e a fé que você tem. Mesmo que você ache a sua fé pouca, pequena, fala com Jesus que, com certeza, ele vai falar com você também.

sábado, 17 de julho de 2010

MEDO DE MORRER

A morte não causa medo para quem acredita que ela não é o fim da existência. O medo de morrer ocorre mais pelo medo do desconhecido, o medo de deixar de existir. Se tivéssemos a certeza absoluta de que depois da morte habitaríamos um novo mundo onde não há sofrimento, tudo é paz e felicidade, não teríamos tanto medo da morte. Se existe vida após a morte, por que não existe nenhum fato que nos dê essa certeza? Por que não há nenhuma prova concreta e conhecida universalmente de que a morte não é o fim?
Vamos imaginar que todos tivessem a certeza de que a morte não era o fim, ou seja, desse mundo passariamos para outro onde tudo é tranquilidade, amor e paz. Provavelmente, quando surgisse o primeiro problema de difícil solução, seja sobre amor, relacionamentos, finanças, doenças, etc. Daríamos um fim na nossa vida por ter a certeza de que deixaríamos para trás aquele problema e ao chegar do outro lado, tudo resolvido. Fácil não? E as provas terrenas que temos que passar para nossa evolução espiritual? Zero.
É exatamente por isso que não podemos ter a certeza. Porque não teríamos capacidade para enfrentar as adversidades da vida e superá-las. Assim, procuraríamos um meio mais fácil. Logo, em pouco tempo, não existiria um habitante sobre a terra. Todo mundo passando para o outro lado. Portanto, o que nos leva a seguir em frente, a continuar lutando, vivendo, é essa incerteza, essa dúvidazinha que, lá no fundo, existe mesmo para aqueles que dizem acreditar em vida após a morte. A sabedoria divina não deixou provas concretas da vida após a morte porque já sabia que o ser humano não seria capaz de enfrentar a vida sabendo que melhor seria a morte.
....................................
A Morte não é nada.

De: Henry Scott Holland (1847-1918)

A morte não é nada.
Apenas passei para o outro lado.
Eu sou eu e você é você.
O que fomos um para o outro ainda somos.

Chama-me pelo nome que sempre me chamaste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom usando um ar de solenidade ou mágoa
Ria como sempre riu de tudo que nos fazia rir juntos.

Brinque, sorria, pensa em mim, reza por mim.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou.
Que seja pronunciado sem afetar, sem tristeza.

A vida significa tudo o que ela sempre significou,
continua sendo o que era.
Existe uma continuidade absoluta ininterrupta, nada mudou.
Por que eu deveria estar fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora de tua vista ?

Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Estou esperando por você,
um encontro,
em um lugar muito próximo,
ao virar da esquina.
Não chores..
Tudo está bem.
Blog Widget by LinkWithin